Jerusalém é a mistura de uma excelente história com a genialidade de uma escrita boa demais para colocar reparo. A propósito de um post antigo, Gonçalo M. Tavares é oposto dos tais escritores africanos de que não consigo gostar. Faz-me lembrar muito Clarice Lispector, com as (ainda) necessárias ressalvas a Lispector.
Como é que alguém, uma só pessoa, consegue condensar assim o que se passa de mais sombrio na mente humana?
Sem comentários:
Enviar um comentário