Diário de bordo

Todo o bairro; é bom, muito bom. Já conhecia os comentários de Saramago sobre o autor, e concordo em grau, superlativo absoluto.
Voltei a Marguerite Duras, de quem há vários anos li O Amante, O Amante da China do Norte, Hiroshima Mon Amour, e mais dois ou três cujo nome agora não me recordo, de uma obra muito vasta e belíssima em vários sentidos, e dona de uma escrita é fluente e translúcida como um rio de águas claras.
Mário Zambujal... Aquilo não era um livro, era um amontoado de experiências e acontecimentos passados para o papel para tentar provar aos leitores que viveu, que presenciou, que estava lá. Não conhecia e vou ficar por aqui. Há muitas outras formas de expiar os meus pecados. A título de comparação, entre a experiência e a pouca idade do outro, somam pontos a favor das viagens interiores de Gonçalo M. Tavares.

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