Quem fiscaliza a dor do condenado?

Sísifo tornou-se conhecido por executar um trabalho rotineiro e cansativo. Tratava-se de um castigo para mostrar-lhe que os mortais não têm a liberdade dos deuses. Os mortais têm a liberdade de escolha, devendo, pois, concentrar-se nos afazeres da vida quotidiana, vivendo-a na sua plenitude, tornando-se criativos na repetição e na monotonia.
O sucesso, assim como a felicidade de Sísifo, estão na sua incerteza e na sua desesperança. Nada é mais solitário que a eternidade.

Sem comentários:

Enviar um comentário